Era vontade de Cristo criar a Igreja?

            Esta foi uma de minhas primeiras reflexões, lá pelos 25 anos de idade.

Em português, o vocábulo “igreja” deriva do latim ecclesia, que, por sua vez, deriva do grego ekkesia, palavra esta que no Novo Testamento (NT), na maior parte de suas ocorrências, significa uma congregação local. Ekkesia era uma reunião ou assembléia. Seu emprego mais comum era a respeito da assembléia pública de cidadãos devidamente convocados, característica de todas as cidades fora da Judéia onde o evangelho foi implantado. O termo também foi usado entre os judeus na Septuaginta (tradução grega do Antigo Testamento realizada cerca de dois séculos antes de Cristo) para significar “congregação de Israel”, que foi constituída no Sinai e se reunia na presença do Senhor por ocasião das festividades anuais (a nação de Israel era, portanto, a ekkesia). O termo se refere a “reunião” e não “organização” ou “sociedade”. Localidade era essencial ao seu caráter. A ekkesia local não era reputada como parte de alguma ekkesia de âmbito mundial, o que seria uma contradição de termos.

            Atos 9:31 se refere às “igrejas em toda a Judéia, Galiléia e Samaria…”. Esse versículo descreve a dispersão da igreja de Jerusalém (Atos 8:1: “…uma grande perseguição contra a igreja de Jerusalém, e todos foram dispersos pelas terras da Judéia e da Samaria…”). As menções neotestamentárias à “igreja”, como pluralidade, se referem à igreja de Jerusalém espalhada de tal modo a ocupar o território da antiga ekkesia, que tinha sede na totalidade da terra de Israel. A noção de congregação localizada, típica do pensamento do Antigo Testamento (AT), permaneceu, portanto, presente no Novo. E seus limites eram as fronteiras de Israel. Foi justamente contra essa concepção de igreja que Estêvão se posicionou, o que culminou no seu assassinato por apedrejamento. Qual era o argumento de Estêvão? Ele pode ser assim resumido: a presença de Deus não pode ser localizada.

            O Templo de Israel (de Salomão, de Herodes) era estático, o que desenvolveu entre o povo a idéia de um Deus localizado. Quando Davi, no Salmo 122, alegra-se em ir para a “casa do Senhor”, ele se refere à Jerusalém, onde ficava o templo. Daniel, no cativeiro da Babilônia, orava em direção a Jerusalém (como os muçulmanos fazem hoje com relação a Meca). A “casa do Senhor” era estática e localizada! No entanto, Estêvão alertou para o fato de que Deus, o Altíssimo, não habita em casas manufaturadas pelo homem (Atos 7:48). A religião judaica falhara por não haver prosseguido para o novo Templo. Que novo Templo? Nós. Esse é o âmago da mensagem de Cristo no texto bíblico. Quando Cristo disse que Deus estava dentro de nós, tornamo-nos santuários vivos, a morada de Deus (hábeis para receber os dons espirituais).

O discurso de Estêvão foi o início de uma revolução teológica na igreja primitiva, pois só a partir daí é que se pode falar em missões. Estêvão, pela primeira vez, declarou os princípios da missão cristã universal. A partir de sua morte a igreja de Jerusalém começou a se dispersar. E só com Paulo a igreja prossegue além das fronteiras da antiga ekkesia, ou seja, Israel.

            Essa revolução já havia sido introduzida por Cristo, mas os apóstolos não a compreenderam. Estêvão precisou ser martirizado para que se atentassem e voltassem para a verdadeira mensagem de Cristo. E que mensagem foi essa? Jesus destruiu a noção, vigente até então e fortemente presente no AT, de comunidade. Ele substitui o discurso da comunidade pelo discurso do indivíduo. A lei do AT preconiza a coesão e a harmonia social. A violência da lei, que pregava a morte de judeus que não seguissem os seus mandamentos e ignorassem o ensino legal dos pais, deixava claro que a idéia de salvação se referia ao grupo e não ao indivíduo. Muitas vezes Deus punia vários pelo erro de um (os livros de Êxodo e Levítico estão cheios de exemplos). No Tabernáculo e no Templo, as pessoas comuns não podiam se aproximar de Deus (lugar Santo dos Santos). Esse contato era feito por meio de um representante (sumo-sacerdote). Mas essa lógica muda a partir de Cristo, quando centra sua pregação no indivíduo, o qual, por si só, pode chegar a Deus. O Santo dos Santos perde o sentido com o véu rasgado (Mt 27:51). Uma pessoa comum não precisa mais de um representante. Resumindo, Jesus substitui o “pensar como comunidade” pelo “pensar como indivíduo”.

            Todas as parábolas de Cristo focam o indivíduo e não a comunidade; elas tratam de personagens individuais. Ele também excluiu os famosos mandamentos “comunitários” da lei do AT, reduzindo-os de 10 para apenas 2 (Marcos 12:29-33). E esses dois focam o indivíduo. E, constantemente, nos Evangelhos, Jesus opõe o indivíduo à comunidade, como se esta fosse algo ruim: as menções a “hipócritas” sempre se referem a uma comunidade; o orar, o jejuar e o esmolar devem ser feitos “em secreto” (Mateus 6: 4, 6, 18). Mateus 6:1 diz “Guardai-vos de praticar vossos atos de justiça diante dos homens, para serdes vistos por eles”. A salvação é individual e não comunitária, ao contrário do que pensavam os judeus: “… haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:7).

            No AT, a salvação vinha pelas obras. Portanto, a pregação se concentrava na imitação de virtudes, na mimesis. Cristo, no entanto, disse que as obras não eram suficientes: não há salvação sem fé. E a fé é um elemento individualizante. Jesus substituiu a pregação da imitação de virtudes pela pregação do “conhece-te a ti mesmo”.

            Estêvão atacou a idéia de um “Deus localizado”. Foi justamente o discurso individualista de Jesus que “deslocalizou” Deus. De certa forma, o Templo era uma espécie de Torre de Babel, pois impedia que o povo enchesse a terra, segundo a ordem de Deus presente em Gênesis 9:1. Mas o povo edificou uma torre cujo topo chegasse até aos céus, para que não fossem espalhados por toda a terra (Gn 11:4). Edificaram uma espécie de torre de vigilância e comando para que a comunidade permanecesse centralizada. Por desobedecer a ordem de Gn 9:1, Deus multiplicou a língua. Ao fazer isso, o resultado não poderia ser outro senão o espalhamento do homem pela terra. Era exatamente isso o que era o Templo e a igreja de Jerusalém. Mas essa não foi a mensagem de Cristo.

            Cristo destrói qualquer tipo de associação ou comunitarismo. No entanto, a idéia de templo como “casa do Senhor” permanece até hoje entre os cristãos. Eles voltaram ao conceito que Cristo e Estêvão haviam atacado! A intenção de Cristo era formar uma comunidade espalhada e escatológica, uma soma de indivíduos e não um todo que não tem sentido sem as partes: “Eu destruirei este templo, edificado por mãos humanas, e em três dias edificarei outro não feito por mãos humanas” (Mc 14:58); “Se alguém me amar, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará, e viremos para ele e nele faremos morada” (Jo 14:23); “Pois onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles” (Mt 18:20); “Chamou a si os doze, e passou a enviá-los de dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos imundos” (Mc 6:7; Lc 10:1); “Ide por todo o mundo…” (Mc 16:15); “Portanto, qualquer que fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mc 3:35). E o trecho de Jo 20:22-23 é claro nesse sentido. Está claro nesses versículos que a noção de “casa de Deus” é transferida de um edifício construído por mãos humanas para dentro do indivíduo, que torna-se santuário vivo e móvel. Era o fim da religiosidade estática.

            Em nenhum momento de sua vida Jesus mostra intenção de criar uma comunidade eclesiástica, uma associação de cristãos ou qualquer coisa parecida. Pelo contrário, ele queria que os cristãos ganhassem o mundo, levassem o que eles possuíam dentro deles para outros, que o evangelho chegasse às pessoas e não que as pessoas fossem atrás do evangelho. Jesus rejeitou qualquer tipo de associação eclesiástica, pois atacava sua esterilidade (Mt 21:33-43; Mc 11:15-17). Além disso, o discurso do AT com relação ao dízimo para a manutenção da “casa de Senhor” é substituído pelo discurso de “dar aos pobres”.

            O dízimo tinha sentido para os judeus, pois os tributos eram todos recolhidos ao Templo. Ele funcionava como uma espécie de Receita Federal. A partir do Templo Israel subsistia. Mantinha-se a casa do Senhor, que era Israel! Mas isso não tem mais sentido depois de Cristo.

            Enfim, tudo o que a Igreja é hoje vai de encontro, é oposto ao que Jesus pregou. Jesus ensinava aos discípulos fazendo uso de exemplos práticos, passeios pelas ruas e vilas. Eram peregrinos. A vida e o mundo eram a matriz para o ensino e a pregação. Jesus só entrou duas vezes no Templo de Herodes. O espírito de Deus habitava nele (Mt 12:18); ele não precisava de um templo de pedra. O palco de Cristo era o mundo!

 Não é o que as igrejas fazem hoje. Elas querem excluir os seus membros do mundo, como se elas próprias fossem um mundo paralelo. A mensagem do NT não é de negação da vida, mas de negar-se a si, dizer “não” a si próprio (kenosis de Cristo – Fp 2:5-7). Não é a mensagem que as igrejas adotaram. Elas preferem o “negar o mundo”. O negar-se a si próprio abre e intensifica a vida. Jesus pisou no mundo e, esvaziando-se, pois “nada há, fora do homem que, entrando nele, o possa contaminar” (Mc 7:15), experimentou a vida e a viveu. Os cristãos preferem hoje fugir dela. Preferem enterrar o talento na areia e esperar pela volta do rei. Mas não foi isso o que Jesus ensinou na parábola em Mt 25:14-30. Os que viveram a vida, os que arriscaram foram premiados. Ao invés de irem ao mundo, como ordenado, os cristãos se escondem na Igreja, sua Torre de Babel, trazendo o mundo para dentro dela.

Jesus disse para conquistar o mundo, ir para os doentes, e não para guerrear com eles! Toda a organização das igrejas, com toda a sua doutrina, é violenta e militarista. Quantos cristãos sentem o coração bater forte ao ouvir hinos e corinhos como “Avante, Soldados de Cristo”, “Cruz de Jesus marchando à frente”, “O nosso general é Cristo” etc.? Não foi esse o modelo fornecido por Cristo. Toda a história da religião é a história do fracasso da doutrinação. Esta só faz hipócritas!

Não era vontade de Cristo criar a Igreja, não como é concebida hoje. Essa igreja que conhecemos hoje é criação dos apóstolos, os quais não compreenderam a mensagem. Infelizmente, os cristãos vivem hoje na lógica do AT: a) pensam como comunidade (e não como indivíduos), e só os que estão dentro dela são “irmãos” (e essa palavra eqüivale mais a “membros” ou “sócios” de um “clube”!); b) reergueram o Templo, a “casa do Senhor”, edifício localizado; c) escolheram um dia, o Domingo (que, aliás, vem de outra religião, o zoroastrismo), para a atividade eclesiástica, imitando o sábado judaico (Jesus nunca determinou isso); d) evitam o mundo, como faziam os judeus (o que nada tem a ver com a vida de Cristo nem com as suas palavras em Mc 7:15, 21-23; Mt 25:14-30); e) pregam a imitação de virtude e não a fé (proibição de certos tipos de vestimentas, de cabelo, de maquiagem etc., e de certos tipos de comportamentos, considerados “mundanos”, como beber, ir a festas, dançar, consumir etc. – proibições essas que deixam o cristianismo mais parecido com o budismo); f) defendem a oração e o jejum públicos e não secretos; g) espalham um discurso machista; h) se preocupam mais com o exterior do que com o interior; i) só se interessam por prodígios, milagres e profecias; e j) são poucos os que vão ao mundo. Os cristãos atualmente nada mais são do que “judeus” perdidos no tempo. O Deus bíblico permanece desconhecido e dízimos e dízimos são desperdiçados para, ao invés de se dirigirem aos necessitados, serem depositados no novo Templo, que Jesus há muito destruiu.

 

 

 

 

 

 

10 Respostas to “Era vontade de Cristo criar a Igreja?”

  1. Mats Says:

    Tanta confusão que nem sei por onde começar.

    Primeiro, a Igreja (composição de crentes) sempre esteve no Coração de Deus. Jesus Cristo, o Criador, disse que as portas do inferno não prevalecerão contra a Sua Igreja. Se Ele o disse, então é verdade.

  2. Tiago Says:

    MATS, o seu argumento é bem furado. Ele ofende o dualismo crítico. Verdades sobre fatos só podem ser derivadas de fatos, e não de juízos sobre fatos (decisões, opiniões, juízos de valor etc). Eu, por exemplo, não posso dizer: o fato X aconteceu porque o historiador Y disse que aconteceu em seu livro. Vc estaria derivando a verdade de um fato de um juízo feito por uma pessoa. Essa verdade não está demonstrada.

  3. Guilherme Says:

    “Ele também excluiu os famosos mandamentos “comunitários” da lei do AT, reduzindo-os de 10 para apenas 2 (Marcos 12:29-33). E esses dois focam o indivíduo”. Cristo não eliminou os outros oito mandamentos, ele apenas apontou dois como sendo o ponto de partida de todos os outros. Leia com mais razoabilidade os mandamentos, reflita, e concluirá que os oito estão embutidos nos dois apontados por cristo.

    “pregam a imitação de virtude e não a fé (proibição de certos tipos de vestimentas, de cabelo, de maquiagem etc., e de certos tipos de comportamentos, considerados “mundanos”, como beber, ir a festas, dançar, consumir etc. – proibições essas que deixam o cristianismo mais parecido com o budismo)”. Se os evangélicos se comportam assim, eles realmente estão distorcendo a mensagem cristã. A Igreja Católica não argumenta neste sentido. Ao contrário, ela quer que os leigos se santifiquem no mundo, assim como Cristo fazia ao se aproximar de prostitutas e ladrões, por exemplo. E por favor, se duvir do que estou dizendo, leia “Introdulçao ao Cristianismo – Preleções Sobre o Símbolo Apostólico”, de Joseph Ratzinger, atual Bento XVI, “Caminho”, de São Josémaria Escrivá, entre vários outros.

    “se preocupam mais com o exterior do que com o interior”- Mais uma vez, não é o que a Igreja Católica ensina. Vede a vida e as obras de vários santos, por rexemplo.

    “são poucos os que vão ao mundo” – Qualquer católico esclarecido tem consciência de que ele deve fazer seu apostolado no mundo, sem isolar-se.

    “só se interessam por prodígios, milagres e profecias” – Mais uma vez, qualquer catolico bem informado lhe dirá que milagre não provoca conversão de ninguém, ou seja, a preocupação com os milagres não é tão premente assim.

    “defendem a oração e o jejum públicos e não secretos” – Não é o caso do que ensina a Igreja Católica, novamente.

    Enfim, se você conhece um ou mais de um católico que não tem consciência do que disse acima, eles estão mal-informados. Estudam pouco. Se você conhecesse um pouco melhor os escritos do Bento XVI (para citar um exemplo) não teria escrito este texto. No mais, teu texto é uma prova de que a tão comentada “reforma” protestante causou algumas aberrações na mensagem cristã, a ponto de pessoas como você acreditarem argumentar a partir de premissas verdadeiras sobre o que chamam, de forma pulverizada, de cristianismo.

  4. Tiago Says:

    Uma coisa sao os ensinamentos e os ideais ditos cristaos, sejam catolicos ou protestantes. Outra coisa muito diferente eh a pratica, o que realmente se ve nas igrejas.

  5. Guilherme Says:

    Bom, seu curto argumento é indicativo de falta de substância no que você disse. Se você conhecesse bem a Igreja Católica como um todo e o que ela ensina não teria escrito esse post. Agora, se uma pessoa aprende e aplica de forma errada, distorcida, isso não é um erro da Igreja, mas da pessoa que recebeu a educação. Ninguém em momento algum disse que os ensinamentos dela são infalíveis. Mais uma vez, caro autor deste blog, leia INTRODUÇÃO AO CRISTIANISMO, de Bento XVI e entenderá melhor a situação. Um abraço!

  6. Tiago Says:

    Meu caro, as pessoas sao a igreja. Se uma soma de pessoas cristas aprende errado, aceita cegamente o que ouve sem checar, aplica ensinamentos de forma errada, entao o erro eh sim da igreja. Ou voce acha que a igreja eh um monte de pedras? A igreja eh a instituicao que precisa transformar os escritos sagrados em autoridade, misterio e milagre, para manter o seu poder. Bento XVI eh apenas mais um ator nesse processo. Sao homens, nada mais. Mas Jesus ensinou um caminho alternativo, a busca direta pelo sagrado, sem intermediarios. Claro que isso nao serve aos catolicos, por isso que trataram logo de demonizar os livros chamados apocrifos, pois a maioria deles adotava esse caminho alternativo (o chamado gnosticismo). O canon biblico que hoje temos em maos eh bem conveniente ao poder. Voce eh apenas mais um instrumento cego na mao dessas pessoas. E voce as serve bem.

  7. Flávio Dantas Says:

    Caros amigos eclesiasticos, vocês precisam fazer duas coisas:

    Primeiro, deixar de olhar para o cristinismo dessa forma abragente, e se preocuparem em pregar o evangelho genuino de Jesus Cristo.

    Deixem de lado essas tradições humanas, que em nada trazem proveito.
    Afastem-se de fábulas profanas, e de debates inúteis como estes. Pois Satanás, o pai da mentira se alegra muito com essas picuinhas; ele deseja que pessoas busquem muito pelo intelecto, e se afastem da verdade eterna de Cristo Jesus, o autor da salvação!! Não levem em consideração, assuntos polêmicos que divergem da Sã Doutrina do Senhor Jesus, mas retenham tudo o que é bom na sua palavra. A Bíblia. Pois todas essas coisas eu as consideram como escrementos!! Faço valer também as opiniões do apóstolo Paulo.. Que outrora andou segundo as inclinações da carne. fazendo a vontade da carne e dos pensamentos…Efésios 2:1-22…
    Busquem o ser simplesmente criistão, e ponto final!!!
    Pois para Deus, nunca existirá um ex- cristão..
    Ou você é, ou não é… Pra Deus, só existem dois grupos: Pecadores deliberados, e pecadores remidos pelo sangue de Cristo. Atos 20:28 diz que Deus comprou a igreja com seu próprio sangue!! Agora respondam: O que Satanás fez para impedir isso? Pensem, refletam!!!!

    Cordialmente,

    Flávio Dantas.

    Recife, 07 Agosto de 2009

  8. Flávio Dantas Says:

    A segunda é: Entregar suas vidas aos cuidados, se sendo batizados, ser obedientes à palavra. E, se não o são, tomar essa decisão de imediato!!

    Pois jesus, disse aos seus apóstolos e discípulos: Ensinem, batizem, ensinem… Este é o círculo do cristianismo..Mateus 28:18-20

    Cordialmente, mais uma vez: Flávio Dantas!!!!

  9. Magno Says:

    Concordo com vc, hoje o q vemos ė somente balela. Tambėm não faço mais parte de nenhuma ” Igreja” por ter opiniões assim como vc.

  10. Camila Says:

    Concordo. Estive no convívio e no trabalho de 3 Igrejas cristãs. E acho interessante como eles gostam de crucificar os doentes. Vide a resposta dos demais… Rsrsrsrs
    Nunca mais vou congregar com esse santos. Tudo que eles falam revelam apenas antropologia, biologia e nada de Bíblia.
    Respostas arrogantes como aquele filme Deus não está morto.

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