Estupro no Antigo Testamento: como justificar a autoridade moral de Deus?

TEXTO ESCRITO POR PEDRO IVO – BOSTON/EUA

O papel da mulher no AT é, no mínimo, desconfortável. Numa sociedade patriarcal e extremamente machista, as mulheres têm pouco valor. As leis sobre estupro em Israel são um bom exemplo – chegam ao ponto de uma mulher estuprada ser forçada a casar com seu agressor:

Se um homem achar moça virgem, que não está desposada, e a pegar, e se deitar com ela, e forem apanhados, então o homem que se deitou com ela dará ao pai da moça cinqüenta ciclos de prata; e, uma vez que a humilhou, lhe será por mulher; não poderá mandá-la embora durante a sua vida. (Dt 22:28,29)

A mulher se torna um instrumento de punição para o homem. Nada mais que um instrumento…

As leis são tão unilaterais que chegam a ser absurdas para os padrões morais de hoje: enquanto um agressor é obrigado a casar com a vítima, esta deve ser apedrejada até a morte se não gritar por socorro caso o estupro ocorra dentro dos limites da cidade. A mulher só é perdoada dessa ofensa se for estuprada no campo, onde ninguém pode ouvi-la:

Se houver moça virgem, desposada, e um homem a achar na cidade e se deitar com ela, então, trareis ambos a porta daquela cidade e os apedrejareis até que morram; a moça, porque não gritou na cidade, e o homem, porque humilhou a mulher do seu próximo; assim, eliminarás o mal do meio de ti. (Dt 22:23,24)

A única condição para o agressor sofrer as conseqüências do estupro e ser condenado à morte se dá quando ele estupra uma mulher casada, pois, neste caso, ele humilhou o esposo. As leis são sempre escritas para os homens.

Há muitas controvérsias, mas até mesmo em relação ao culto a Deus o número de mulheres é indiferente (Lv 22:32). Para a cerimônia ser realizada, são necessários um mínimo de dez homens (minyan), o que poderia ser uma possível explicação para o machismo de Paulo nas cartas aos Coríntios com relação ao comportamento das mulheres dentro da igreja (1 Cor 14:34).

O ato de estupro era comum entre os israelitas. Em diversas batalhas de Israel com as tribos de Canaã, as mulheres eram um dos espólios de guerra, e muitas eram estupradas (Nm 31, Is 13:16, Zc 14:1,2). No livro de Números e no livro de Deuteronômio, Deus explica como Israel deve agir com relação às mulheres das tribos de Canaã:

Se a sua resposta é de paz, e te abrir as portas, todo o povo que nela se achar será sujeito a trabalhos forçados e te servirá. Porém, se ela não fizer paz contigo, mas te fizer Guerra, então, a sitiarás. E o Senhor, teu Deus, a dará na tua mão; e todos os do sexo masculino que houver nela passarás a fio da espada; mas as mulheres, e as crianças, e os animais, e tudo que houver na cidade, todo o seu despojo, tomarás para ti. (Dt 20:11-14).

Nessa situação, somente as mais jovens e as virgens, que em sua maioria ainda eram adolescentes, eram poupadas:

Todas as meninas, e as jovens que não coabitaram com algum homem, deitando-se com ele, deixai-a viver para vós outros. (Nm 31:18)

A vida dessas mulheres não era fácil. Após serem levadas cativas, seus novos maridos tinham que raspar suas cabeças e cortar suas unhas antes de tomá-las como esposas (Dt 21:10-14). Para com as mulheres das poderosas nações de Canaã (os heteus, os amorreus, os cananeus e os ferezeus) não havia misericórdia – estas deveriam ser exterminadas junto com seus familiares (Dt 20:15).

Em Genesis, Abraão testa a misericórdia de Deus em Sodoma e Gomorra, e em toda a cidade os anjos de Deus encontram apenas uma família que apresenta condutas morais que valem a sua salvação, a família de Ló. Quando os anjos chegam para libertá-los, os homens da cidade querem tirar proveito dos anjos (Gn 19:1-4), mas Ló, como homem de Deus, oferece suas duas filhas virgens como oferta para os homens estuprá-las (Gn 19:8). Mais adiante, quando a família está fugindo de Sodoma e Gomorra, a esposa de Ló vira uma estátua de pedra simplesmente por curiosidade (Gn 19:26). Em seguida, as filhas de Ló embebedam seu pai (Gn 19: 31-38), e, aproveitando-se de sua embriaguez, deitam-se com ele para terem filhos. É a história de uma família que caberia num filme de comédia ou de terror? A mãe que morre por simples curiosidade; o pai que não dá valor para as filhas e as oferece para serem estupradas; as filhas que embebedam o pai para ter relações sexuais com ele e procriar. O que chama a atenção é: essa família sobrevivente era o símbolo de justiça em toda Sodoma e Gomorra!

O filho da primogênita dá origem aos moabitas. Estes, séculos mais tarde, são dizimados pelos israelitas na conquista de Canaã. Após a conquista dos moabitas, Israel separa os conquistados em duas linhas. Os da primeira linha são exterminados, e os da segunda são escravizados (2 Sm 8:2).

O filho da filha mais nova de Ló dá origem aos amonitas. Estes, séculos mais tarde, são também dizimados pelos israelitas na conquista de Canaã. Em princípio, Deus separa um pedaço da terra de Canaã aos filhos de Amon, como promessa à descendência de Ló (Dt 2:9), mas, por causa dos pecados dos filhos de Israel, Deus agita os moabitas juntamente com os amonitas darem uma lição aos israelitas (Jz 3:12,13). Após a batalha, a paz entre Israel e os filhos de Amon é quebrada. Durante todo o resto do AT os filhos de Amon, o legado do justo Ló (Gn 18:23-33), e os israelitas estão em constante guerra.

Desde Genesis até Jeremias, nada de positivo sai da descendência de Ló, e as atitudes do próprio Deus em todo esse contexto, como visto, são moralmente muito questionáveis.

No livro de Juízes, uma história semelhante à da família de Ló novamente ocorre. Um homem já de idade (Jz 19:16) hospeda um levita de Efraim (Jz 19:1) e sua mulher de Belém de Judá (Jz 19:20) em sua casa, em Gibeá. Naquela noite, benjamitas de má índole (Jz 19:22) atormentam a casa e querem tirar proveito dos visitantes e ter relações sexuais com o homem (Jz 19:22). O ancião, assim como Ló, num ato de “caridade” e “justiça”, oferece sua filha virgem e a esposa do levita para serem estupradas, com o fim de proteger o visitante:

Minha filha virgem e a concubina dele trarei para fora; Violem-las e fazei delas o que melhor vos agrade;porém a este homem não façais semelhante loucura. (Jz 19:24)

É interessante perceber como em muitas traduções da Bíblia, nesse versículo e no versículo 22, as palavras de estupro são substituídas por um sinônimo menos chocante: “Humilhai-as e fazei delas o que melhor vos agrade”. O ancião, ao perceber que os benjamitas não queriam escutá-lo, joga a esposa do levita aos benjamitas, que a estupram a noite inteira (Jz 19:25). De manhã, o ancião, ao encontrá-la semi-morta, em frente a sua casa, a corta em 12 pedaços, e envia cada membro do seu corpo a uma tribo de Israel como ofensa contra sua casa. Não há nenhuma empatia em relação ao trauma da esposa. O ancião, ao vê-la em frente a sua casa, quase morta, simplesmente pede que ela se levante e o siga (Jz 19:26-28). Quando ela não responde, ele a coloca na sua sela e a leva para ser fatiada (Jz 19:27,28). No capítulo seguinte, a história se torna mais esquisita: as tribos, ao receberem os pedaços da esposa de Belém de Judá,  saem para pelejar contra os benjamitas e assassinam quase trinta mil homens e destroem toda a cidade de Gibeá:

Os homens de Israel voltaram para os filhos de Benjamim e passaram a fio da espada tudo o que restou da cidade,  tanto homens como animais, em suma, tudo o que encontraram; e também a todas as cidades que acharam puseram fogo. (Jz 20:48)

De estupro para genocídio. Ao verem a conseqüência do seus atos, os israelitas tentam encontrar mulheres para os 600 benjamitas sobreviventes, para que essa tribo de Israel não seja exterminada. Assim, os israelitas saqueiam e assassinam todos os habitantes de Jabes-Gileade. A escolha dessa cidade se deu simplesmente porque seus moradores não participaram da chacina em Gibeá (Jz 21:8):

Por isso, a congregação enviou lá doze mil homens, dos mais valentes e lhes ordenou, dizendo: Ide e, a fio da espada, feri os moradores de Jabes-Gileade, e as mulheres e as crianças. Isto é o que haveis de fazer: a todo homem e a toda mulher que se houver deitado com homem destruireis. (Jz 21:10,11)

As 400 virgens encontradas em Jabes-Gileade são entregues aos benjamitas para repovoarem a tribo. E para os 200 benjamitas restantes? Eles seqüestram as mulheres da cidade de Silo durante uma solenidade ao Senhor (Jz 21:19):

Assim fizeram os filhos de Benjamim e levaram as mulheres conforme o número deles, das que arrebataram das rodas que dançavam; e foram-se, voltaram a sua herança, reedificaram as cidades e habitam nelas. (Jz 21:23)

Feita a leitura bíblica, fica novamente a pergunta que não cala: o que pode ser aproveitado para passarmos para nossos filhos? Talvez a leitura de Mein Kampf, de Adolf Hitler, seja menos tormentosa.

24 Respostas to “Estupro no Antigo Testamento: como justificar a autoridade moral de Deus?”

  1. Luiza Says:

    Meu caro, sua pesquisa está completamente absurda. Você é um pretencioso que acha que sabe história, mas nem ao menos escrver corretamente sabes. Por favor, estude antes de publicar essas calúnias.

  2. Tiago Says:

    Luzia, eu adoraria ler os seus contra-argumentos, com uma aula de história!! Cadê eles???

  3. Rebecca Says:

    é uma vergonha uma mulher aceitar esse tipo de coisa, como se fosse a coisa mais natural.

    LAMENTÁVEL

  4. Eugenio Says:

    Tiago, já algum tempo veio me perguntando sobre a crença no deísmo e confesso que às vezes a racionalidade me afasta de querer servir a este Deus, justamente por encontrar na própria Bíblia uma moral totalmente estranha ao meu intelecto. Mas, eu não gosto de ouvir apenas um lado em um debate, e deste modo, procuro também ouvir o lado dos religiosos (nada mais justo!). Foi então que encontrei um texto falando sobre um tipo de leitura bíblica, que me parece ser o mesmo que você aplica. Gostaria que você comentasse sobre o texto ou então o debatesse com algum religioso de onde provém o mesmo.

    Grato!

    O texto se encontra no seguinte endereço:
    http://www.veritatis.com.br/article/1397

  5. Oliveira Says:

    Tiago, observe uma coisa: não é a moral de Deus, nem suas regras morais que estão em juízo aqui. Na mesma Bíblia não há um só texto no qual Deus mostre aprovação pelos atos que o povo cometia. Em alguns casos extremos, Deus permitiu que agissem em legítima defesa, o que até hoje é universalmente aceito. Se Deus tivesse aprovado, os judeus não teriam sido subjugados pelos assírios nem pelos babilônicos. Também, não seriam dispersos como foram depois da ascenção de Cristo. Veja quantos séculos eles ficaram dispersos por causa da desobediência!
    Não, a justiça de Deus é perfeita e só veremos isso claramente mais tarde, quando o tempo for aborvido pela eternidade.
    Veja melhor essa questão da justiça divina e observe como isso se processa ao longo do tempo, então, você verá que tudo quanto fizeram, mesmo as ofertas a Deus por atos que Ele abominava, foram julgados e sentenciados corretamente pelo Senhor. Não há um só texto aprovando as atitudes malignas deles.

    Abração

  6. Camilla Says:

    Bom dia!
    Tiago ou Pedro, eu gostaria que vocês postassem uma materia sobre “O JEJUM”, pois verdadeiramente ele (o jejum) tem poder e gera poder na vida do homem como muitos cristãos afirmam? Aguardo resposta. Grata.

  7. Tiago Says:

    Oi, Camilla.
    Não sei se um dia faremos um estudo sobre jejum. É uma prática antiga, bem mais antiga que o cristianismo, e associa virtude com severidade corporal. Tem algum efeito? Pra mim, é um grande placebo. Questões para refletir: Por que Deus atenderia a um pedido apenas porque o pedinte maltratou seu corpo com a fome? Por que associar coisas espirituais, como santidade e devoção, a coisas físicas, como fome e sexo? Não dizem os cristãos que o corpo é sagrado, pois é templo do Espírito Santo? Se é, por que maltratá-lo com o jejum? Não é uma grande contradição?!

  8. mara Says:

    Meu caro, você deveria antes de ler a Bíblia pedir a Deus que lhe dê entendimento e discernimento, porque vejo que você não tem, pois a Bíblia não é um livro qualquer de história e sim a Palavra de Deus. E os homens naturais não compreendem as coisas espirituais. Você não conhece a Deus, portanto não pode valer de quem não conhece, mas se deseja conhecê-lo diga isso a Ele, e se surpreenderá.
    Quem você pensa que é para questionar a Deus, colocando em dúvida sua integridade, será que você pensa ser maior do que Ele?

  9. Tiago Says:

    ahahah
    Mara, vá estudar, fazer um mestrado (se conseguir entrar em um), arrumar um bom emprego (se isso é possível) … sei lá, vá ocupar a mente com alguma coisa…

  10. thales Says:

    Luiza: pretenCioso? Primeiro volte pro primário, aí quem sabe um dia poderás mandar alguem estudar…

    A propósito, excelente blog.. parabéns ao post.. Abraços

  11. thales Says:

    Luiza: “…mas nem ao menos escrver corretamente sabes. ”

    É para rir ou chorar?

    É muito pretenSiosa mesmo…

  12. thales Says:

    Tiago,

    olhe o nível de pessoas (se é que são) que comentam aqui:

    “os homens naturais não compreendem as coisas espirituais. ”

    E qual o sentido da bíblia? Como alguem pode me cobrar uma crença que vai me jogar em um suposto inferno, se não é para se entender as coisas espirituais? Como consegues dizer isso e ao mesmo tempo reafirmar o cristianismo? Essa é uma contradição que estropia a razão!

    Esses cristãos… entorpeceram tanto a mente que já não sabem o que dizer

    Paciência…

  13. gabriel Says:

    Muito facil isolar textos fora de contexto….

  14. Tiago Says:

    Verdade, Gabriel, e é o que as igrejas e os crentes fazem o tempo todo. E é exatamente o que este blog NÃO FAZ! Tudo o que está aqui é dentro do contexto, por isso que derrubamos as falsas verdades das igrejas, e por isso que pessoas como vc vem aqui, colocam um comentariozinho idiota qualquer, e não conseguem escrever uma linha sequer de contra-argumentação. Por que será? Um bando de covardes intelectuais. Uma vergonha!

  15. Ezequiel Says:

    Naquela sociedade nenhum outro cara ia se casar com a mulher e assumir o filho. A lei é justa e melhor que pensão alimentícia.

  16. thales Says:

    gabriel Diz:
    Fevereiro 11, 2012 ás 12:56 pm
    Muito facil isolar textos fora de contexto….

    Em que contexto estupro é moralmente válido? Se se citar a bíblia inteira, irão dizer que é fora do contexto! Eu quero que você diga UM contexto em que estupro, assassinatos, apedrejamentos, escravidão, genocídios são válidos moralmente; apenas um.. podes citar?

  17. Renato Says:

    Acho impressionante como o ser humano tem conceitos morais e éticos de forma dúbia e indefinida. Não entendo porque não toleramos as atrocidades do Champinha contra a Liana e Felipe, pedimos por justiça no caso do Pimenta Neves, Alexandre Nardoni, ficamos aterrorizados com o caso dos canibais de Garanhuns em Pernambuco, achamos um absurdo o extermínio de judeus na Segunda Grande Guerra…mas, quando se fala em massacres na bíblia….toda sociedade se retrai e se torna permissiva diante de tanta barbaridade, sem ao menos avaliar de forma imparcial tanta crueldade. Povo covarde, bando de hipócritas…Não quero prolongar muito mas todos esses assassinos, estupradores e ladrões que preencheram cada página de uma bíblia, na minha opinião, fizeram isso apenas para justificar sua crueldade, ambição e busca de poder. Esses lacaios esquizofrênicos, nunca ouviram chamados de nenhum deus porque se o mesmo existisse não permitiria tamanha maldade. A humanidade é completa de idiotas que acreditam nessas bobagens, nessa porcaria de livro chamado bíblia sagrada, porque tem medo de questionar e serem castigados…me poupem seus cretinos!

  18. Sérgio Says:

    Feita a leitura bíblica, fica novamente a pergunta que não cala: o que pode ser aproveitado para passarmos para nossos filhos? Talvez a leitura de Mein Kampf, de Adolf Hitler, seja menos tormentosa.

    Para seus filhos, fale de Jesus e o sacrifício que ele fez por nós. Depois de adultos deixe-os tirar suas próprias conclusões do AT.
    Simples.

  19. Tiago Says:

    Se eu falar de Jesus para meus filhos, será como uma hipótese, e no contexto da mitologia. Nunca como verdade. Seria autoritário de minha parte impor uma verdade a meus filhos sem que tenham condições de avaliá-la e criticá-la. Quando mais velhos, se quiserem, que façam a busca pessoal. Isso sim seria o mais certo, e é o que todos os pais deveriam fazer.

  20. Júnior Freitas Says:

    É pouco? Quer estudar a Bíblia como você nunca estudou?: http://andreafreitas.wordpress.com/

  21. Lúcio Says:

    Eu quanto mais leio a Bíblia, mais me convenço de que ela tem muita coisa que não condiz com a realidade, acho que quem defende o que está escrito na Bíblia, é porque tem medo da punição, se ela foi escrita por Deus ela não deixaria nenhuma dúvida para seus leitores e seguidores.

  22. Mikael Says:

    OI bom dia , acredito que outro blog será muito valiosos para dar uma grande impulso no seu :http://porquenaocreio.blogspot.com.br/.. Porem estou em estudo , pensando em uma maneira de refuta-lo , mas preciso de tempo e de estudo , mas espero que consiga esse tempo para poder elucidar esses temas tão complexos …

  23. Thiago Says:

    Tiago, o texto diz “se o homem achar mulher despojada e se deitar com ela”, não diz que é a força, ou seja, não diz se tratar de estupro!! Se ela não grita na cidade, a interpretação é que ela consentiu. Tudo bem, hoje em dia a mulher não grita por ameaças/medo, mas naquela época era diferente. O único caso que inocenta a mulher é no campo, isso por que lá ela PODE ter sido estuprada, já que ela pode ter gritado e ninguém ter ouvido, nesse caso, mesmo que ela tenha consentido, será absolvida. Não quero convencer ninguém de nada, só quero dizer que às vezes as pessoas ficam tão cegas por provar um ponto, que interpreta as coisas a seu modo, sem pensar no que realmente está escrito… e bem, quanto ao jejum, se você acha que se trata de “maltratar o corpo com fome”, então você realmente precisa fazer um estudo sobre ele, e isso mostra também que você não deveria se intitular um “ex-cristão”, por que não creio que você sequer tenha sido um dia.

  24. Tiago Says:

    Você é um cara que já responde às próprias questões levantadas. Well done!

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